Pedido acompanha movimento nacional da categoria como protesto contra o corte de R$ 1,2 bilhão do orçamento da Receita Federal para 2022 e não cumprimento de acordo para pagamento de bônus de eficiência aos auditores-fiscais. Receita Federal em Roraima
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Ao menos seis auditores da Receita Federal que possuem cargos de chefia em unidades de Roraima, manifestaram nessa quarta-feira (22) que devem entregar os cargos após aprovação do orçamento 2022, que prevê corte de R$ 1,2 bilhão no valor destinado ao órgão.
O Ministério da Economia informou que não vai se manifestar.
Nesta lista, estão os chefes da delegacia, aduana, vigilância e repressão, que ficam na capital Boa Vista e nos municípios de Pacaraima, na fronteira com a Venezuela e em Bonfim, na fronteira com a Guiana.
Conforme apurado pelo g1, uma parte desses pedidos está sendo formalizada via processo para ser encaminhada à unidade central e a outra será apresentada em breve, pois alguns servidores estão de férias.
Segundo a Receita Federal no estado, enquanto não sair a exoneração, os titulares e substitutos vão continuar respondendo pelas chefias, mas a saída deles “trará um forte impacto na administração tributária como um todo: a arrecadação, a fiscalização, o combate aos ilícitos tributários e aduaneiros”.
Em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Acre, Rio Grande do Sul e Espírito Santo também houve entrega dos cargos. Em uma carta de exoneração, os delegados dizem que a Receita teve seu orçamento reduzido em 51,4%.
Os cortes, segundo o documento, afetam principalmente a administração das unidades e a gestão de soluções informatizadas e que há risco de não haver recurso para pagamento de contas de água e energia elétrica.
O documento afirma ainda que o corte no orçamento da Receita para 2022 é equivalente ao valor que foi destinado ao pagamento do aumento para carreiras da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).
O orçamento aprovado prevê um valor de R$ 1,7 bilhão para essa finalidade. De acordo com o Ministério da Economia, o aumento salarial para a categoria se deve a uma “decisão do presidente da República”.
Os servidores também alegam que o governo descumpriu um acordo de 2016 do pagamento de um bônus de eficiência, no valor de R$ 450 milhões, após a reestruturação da carreira.
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