Na comparação com primeiro trimestre, contudo, economia da país registrou queda de 1,4%. História argentina é marcada por culturas além da europeia — predominantemente destacada —, o que passou a ser mais ressaltado nos últimos anos, como a busca da identidade dos negros nascidos no país
AFP/BBC
A atividade econômica da Argentina acumulou alta de 10,3% interanual no primeiro semestre de 2021, informou nesta terça-feira (21) o instituto estatístico estatal Indec.
No entanto, no segundo trimestre, caiu 1,4% em termos não sazonais, em relação ao primeiro trimestre do ano, devido às restrições para conter a segunda onda da Covid-19, segundo a entidade estatística oficial.
Na medição interanual do segundo trimestre, a economia cresceu 17,9%, embora se trate de uma comparação com o período mais duro da pandemia no ano passado.
Em termos interanuais, o segundo trimestre registrou aumentos de 21,9% no consumo privado, 6,3% nas exportações e 36,6% nas importações. Em relação ao trimestre anterior, o consumo privado cresceu apenas 1,1%.
A Argentina está em recessão desde 2018. O país sofreu uma dura contração do PIB, de 9,9% em 2020, devido às limitações à circulação de pessoas, bens e serviços pela pandemia do coronavírus.
Para 2021, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento (OCDE), estimou uma recuperação na atividade econômica argentina de 7,6%, segundo sua última projeção.
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