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Petróleo tem máxima de 7 anos com tempestade nos EUA aumentando temores sobre oferta

Cotações caminham para sétima alta semanal consecutiva. Os preços do petróleo atingiram máximas de sete anos nesta sexta-feira (4), com tensões geopolíticas e uma tempestade de inverno nos Estados Unidos alimentando preocupações sobre interrupções no fornecimento.
O petróleo Brent subia mais de 1,5%, a US$ 92,70 por barril, por volta das 9h (horário de Brasília), perto dos maiores níveis desde 2014.
O petróleo West Texas Intermediate, negociado nos EUA , tinha alta semelhante, para US$ 91,90 por barril, depois de também atingir um pico de sete anos.
Ambos referências estavam a caminho de um sétimo ganho semanal consecutivo.
“A última alta foi desencadeada por uma onda de frio no Texas, que está alimentando preocupações sobre interrupções de produção na Bacia do Permian, o maior produtor de ‘shale’ dos EUA”, disse Carsten Fritsch, analista de commodities do Commerzbank.
Uma enorme tempestade de inverno varreu as regiões central e nordeste dos Estados Unidos na quinta-feira, derrubando a energia de milhares.
Na visão de analistas, os preços do petróleo podem subir acima de US$ 100 por barril devido à forte demanda global, com a potencial guerra entre a Rússia e a Ucrânia como uma de suas principais preocupações para os mercados em 2022.
O fim de restrições por Covid-19 também impulsionaria o consumo de combustíveis de aviação e outros.
A disparada dos preços do petróleo refletem diretamente nos preços dos combustíveis no mundo e no Brasil. Desde 2016, a Petrobras passou a adotar para suas refinarias uma política de preços que se orienta pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e pelo câmbio.
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