O resultado das eleições europeias, com o avanço da extrema-direita, significa que acordo Mercosul-União Europeia vai patinar de vez? Apesar da dúvida que tomou conta de analistas que acompanham o assunto, o governo brasileiro e os diplomatas que participam das negociações afirmam que não.
Segundo diplomatas ouvidos pelo blog, as negociações que ocorrem no âmbito da Comissão Europeia e que tratam do acordo comercial entre os dois blocos tendem a se manter e poderiam ser concluídas ainda neste ano. Isto porque são negociações que não precisam ser ratificadas pelos parlamentos dos 31 países individualmente (tanto do Mercosul quanto da EU) e tem o apoio dos partidos que mantiveram a maioria no parlamento europeu, a quem cabe aprovar as negociações.
Já a parte política de cooperação, a que precisa ser aprovada por cada país individualmente, pode sim depender das eleições que vão ocorrer nos países, como a França, que terá eleições no seu parlamento nas próximas semanas.
Avanço da extrema direita na Europa: Macron dissolve Parlamento
Segundo as fontes do Itamaraty, a negociação técnica do acordo comercial nunca parou – mesmo com o atraso nos últimos meses, que se deveu pela troca de governo na Argentina e pela proximidade das eleições do parlamento europeu. O foco das eleições europeias, segundo fontes, foi em outros temas prioritários para as populações dos países, como a imigração e o mercado de trabalho.
“Não paramos de negociar e falta muito pouco”, disse um diplomata ao blog.
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