Petrobras negou que tenha recebido proposta do governo para alterar a sua política de preço dos combustíveis. Após a Petrobras divulgar nota informando que não recebeu proposta do governo para alterar a sua política de preço dos combustíveis, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, voltou a afirmar que haverá sim mudanças.
“Não há divergência entre o que foi dito na nossa entrevista de manhã e entre aquilo que eu tenho absoluta certeza que o presidente Jean Paul atenderá, que é a demanda do acionista majoritário, que é a União, portanto o povo brasileiro”, afirmou o ministro após reunião nesta tarde de quarta-feira (5) no Palácio do Planalto.
“Nós somos acionistas majoritários, respeitaremos a governança da empresa, a sua natureza jurídica, mas nós vamos ser muito rigorosos e vigorosos na defesa do que é melhor para o povo brasileiro”, completou.
Pela manhã, em entrevista à GloboNews, Silveira disse que haverá mudança na política de preços praticada pela Petrobras, com a adoção de diretrizes baseadas no mercado interno, e não no exterior, como é hoje.
Logo depois, a Petrobras negou que tenha recibido proposta do governo. ” (…) não recebeu nenhuma
proposta do Ministério das Minas e Energia a respeito da alteração da Política de Preços. Quaisquer propostas de alteração da Política de Preços recebidas do acionista controlador serão comunicadas oportunamente ao mercado, e conduzidas pelos mecanismos habituais de governança interna da companhia”, informou a empresa.
Questionado nesta tarde quando será a mudança na política de preços dos combustíveis, Silveira afirmou que espera que a Petrobras já comece a estudar o tema, com a nova diretoria que já tomou posse.
“O que a gente espera da nova diretoria da Petrobras, só com a posição do ministério de Minas e Energia, que é a posição construída pelo governo, é que já comecem os estudos daquilo que é possível a Petrobras contribuir com o Brasil na questão dos preços dos combustíveis”, afirmou.
Ele disse que uma mudança na política não significa necessariamente uma queda na rentabilidade da empresa. “Os investidores de médio e longo prazo querem que o controlador faça dessa empresa uma empresa cada vez mais forte e é isso que nós entendemos.”
O ministro voltou a defender que o Brasil se torne um país autossustentável na gasolina e no diesel, ou seja, que não dependa de importações desses combustíveis. Para isso, defendeu que a Petrobras invista mais no refino de combustíveis.
“Nós temos que nos tornar independentes, faz parte da soberania nacional”, argumentou Silveira.
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