Na segunda-feira (21), moeda norte-americana fechou a R$ 5,1070, renovando mínima em quase 7 meses. Notas de dólar e real em casa de câmbio no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira *4)
REUTERS/Bruno Domingos
O dólar opera em queda nesta terça-feira (23), com as atenções internacionais voltadas para os temores de um conflito na Europa e a perspectiva de duras sanções internacionais contra a Rússia, após o presidente Vladimir Putin reconhecer duas regiões separatistas da Ucrânia como independentes e enviar tropas de apoio.
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Na segunda-feira, o dólar fechou em queda de 0,64%, a R$ 5,1070, na menor cotação desde 29 de julho de 2021 (R$ 5,0795). Com o resultado, passou a acumular queda de 3,74% no mês e de 8,39% no ano.
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Na véspera, o Banco Central anunciou que dará início, a partir desta terça-feira, à rolagem dos contratos de swap cambial tradicional (que funcionam como uma venda futura de dólares) com vencimento em 2 de maio, no montante de US$ 13,6 bilhões.
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Potências ocidentais reagem à decisão da Rússia de enviar tropas a regiões separatistas da Ucrânia
Cenário
Os Estados Unidos e seus aliados europeus sinalizaram estar prontos para anunciar novas sanções contra a Rússia nesta terça-feira, depois que o presidente Vladimir Putin reconheceu duas regiões independentes no leste da Ucrânia e ordenou a ida de tropas para essa área, ampliando os temores do Ocidente sobre uma nova guerra na Europa.
A perspectiva de sanções duras aumentaram os temores de um impacto no fornecimento de bens como petróleo, trigo e níquel.
O preço do petróleo, que subiu mais de 20% este ano devido à demanda crescente, era cotado em alta de mais de 3% nesta terça, com o barril do tipo Brent se aproximando da marca de US$ 100 pela primeira vez desde 2014.
Os investidores buscavam refúgio na segurança de ativos como ouro e dos títulos do governo. O ouro ultrapassou US$ 1.900 e se aproximou de seu nível mais alto no último ano.
Participantes do mercado atribuíram a performance do real nas últimas semanas à percepção de que o Brasil está atrativo para novos fluxos de dinheiro estrangeiro, em razão da trajetória de alta da Selic e com o diferencial de juros em relação a outras economias aumentando a rentabilidade do mercado brasileiro.
O mercado financeiro elevou pela sexta semana seguida a estimativa de inflação para 2022, que passou de 5,50% para 5,56%, segundo boletim Focus do Banco Central divulgado nesta segunda.
Para a taxa básica de juros, a Selic, foi mantida a expectativa de 12,25% ao ano para o fim de 2022. O mercado financeiro manteve também a previsão de crescimento do PIB deste ano em 0,30%. Já a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2022 recuou de R$ 5,58 para R$ 5,50. Para o fim de 2023, caiu de R$ 5,45 para R$ 5,36 por dólar.
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