Na terça-feira, a moeda norte-americana fechou em alta de 1,21%, a R$ 5,3893.
Notas de dólar
Reuters/Rick Wilking
O dólar se mantém em alta nesta quarta-feira (6), voltando a ser negociado acima de R$ 5,40.
Às 9h05, a moeda norte-americana subia 0,41%, vendida a R$ 5,4115. Veja mais cotações.
Na terça-feira, o dólar fechou em alta de 1,21%, a R$ 5,3893, renovando maior patamar desde 28 de janeiro deste ano (R$ 5,39). No acumulado do mês, já subiu 2,99%. No ano, ainda tem desvalorização de 3,33% frente ao real.
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No exterior, o Federal Reserve (Fed) divulga nesta quarta-feira a ata de sua última reunião de política monetária e pode dar dar pistas sobre a trajetória dos juros no país em meio a receios de uma recessão global.
Os mercados internacionais tem sido afetados nas últimas semanas uma vez que os bancos centrais em todo o mundo procuram aumentar agressivamente os custos de empréstimos para conter o aumento na inflação. Os operadores estão agora se preparando para mais um aumento de 0,75 ponto percentual nos juros pelo Fed no final de julho.
Entre as commodities, o preço do minério de ferro fechou em queda de mais de 1%. Já os preços do petróleo eram negociados em leve alta, após o tombo da véspera, com o barril do Brent cotado perto de US$ 105.
Na cena doméstica, o foco segue na tramitação da PEC (proposta de emenda à Constituição) que libera R$ 41 bilhões em gastos a pouco mais de três meses das eleições. Apelidada de “PEC Kamikaze”, ela reacendeu temores fiscais e de uma pressão ainda maior nos juros e inflação. Analistas apontam também que a proposta é uma forma jurídica de tentar burlar a lei eleitoral.
O deputado Danilo Forte (União-CE), relator na Câmara da PEC, afirmou na terça-feira vai manter o texto aprovado no Senado para agilizar o pagamento dos auxílios previsto no texto.
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A decisão favorece o presidente Jair Bolsonaro e atende o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A ideia é usar a matéria para alavancar a popularidade do presidente às vésperas da eleição. Uma mudança no texto obrigaria que a proposta voltasse ao Senado, atrasando o pagamento dos benefícios.
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