Juliana – Idecon Brasil https://ideconbackup.institutoidecon.com.br Idecon Brasil Thu, 23 Apr 2026 22:42:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/wp-content/uploads/2020/08/cropped-favicon-1-32x32.png Juliana – Idecon Brasil https://ideconbackup.institutoidecon.com.br 32 32 Meta vai demitir 8 mil funcionários em meio a gastos com IA, diz agência https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/meta-vai-demitir-8-mil-funcionarios-em-meio-a-gastos-com-ia-diz-agencia/ Thu, 23 Apr 2026 22:42:27 +0000 https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/meta-vai-demitir-8-mil-funcionarios-em-meio-a-gastos-com-ia-diz-agencia/ Escritório da Meta em Menlo Park, Califórnia, Estados Unidos REUTERS/Nathan Frandino A Meta anunciou internamente nesta quinta-feira (23) que demitirá 8 mil funcionários — cerca de 10% de sua força de trabalho — e eliminará outras 6 mil vagas ainda não preenchidas. A informação é da agência France Presse (AFP), citando uma fonte próxima ao […]]]>


Escritório da Meta em Menlo Park, Califórnia, Estados Unidos
REUTERS/Nathan Frandino
A Meta anunciou internamente nesta quinta-feira (23) que demitirá 8 mil funcionários — cerca de 10% de sua força de trabalho — e eliminará outras 6 mil vagas ainda não preenchidas. A informação é da agência France Presse (AFP), citando uma fonte próxima ao caso.
Em nota interna, a diretora de recursos humanos, Janelle Gale, afirmou que a decisão faz parte dos esforços da Meta para “gerir a empresa de forma mais eficiente e compensar os investimentos” do grupo, que participa da corrida pelo desenvolvimento da inteligência artificial (IA).
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No fim de dezembro, a Meta tinha 78.865 funcionários, segundo documentos apresentados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos.
Em 2022, a empresa-mãe do Facebook, Instagram e WhatsApp iniciou sua primeira rodada de demissões, que atingiu 11 mil postos de trabalho, seguida por uma segunda rodada, em março de 2023, com outros 10 mil cortes.
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Entre o fim de 2023 e o fim de 2025, o quadro de funcionários da Meta cresceu em mais de 11 mil pessoas.
Embora a inteligência artificial não tenha sido mencionada diretamente como motivo da redução de pessoal anunciada nesta quinta-feira, no fim de janeiro o diretor-executivo Mark Zuckerberg já havia associado essa tecnologia à redução de custos.
“Projetos que antes exigiam grandes equipes agora são concluídos por uma única pessoa altamente qualificada”, afirmou.
Ao mesmo tempo, a Meta investe somas colossais no desenvolvimento e uso de IA.
A empresa, com sede em Menlo Park, planeja investir entre US$ 115 bilhões e US$ 135 bilhões (R$ 570 bilhões a R$ 670 bilhões) em 2026, principalmente para garantir infraestrutura para IA — de chips a centros de dados.
No fim de fevereiro, a Meta anunciou um acordo com a AMD para a compra de milhões de chips por ao menos 60 bilhões de dólares (R$ 297 bilhões).

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Governo envia ao Congresso projeto que permite usar receita do petróleo para reduzir impostos sobre combustíveis https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/governo-envia-ao-congresso-projeto-que-permite-usar-receita-do-petroleo-para-reduzir-impostos-sobre-combustiveis/ Thu, 23 Apr 2026 20:42:26 +0000 https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/governo-envia-ao-congresso-projeto-que-permite-usar-receita-do-petroleo-para-reduzir-impostos-sobre-combustiveis/ O governo federal vai encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei que abre a possibilidade de converter aumento de receita com petróleo em redução de tributos a combustíveis. No início do mês, o governo anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo (veja mais […]]]>


O governo federal vai encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei que abre a possibilidade de converter aumento de receita com petróleo em redução de tributos a combustíveis.
No início do mês, o governo anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo (veja mais abaixo).
Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o governo ainda não possui uma proposta imediata para a redução de tributos para a gasolina. “A proposta é nos dar condições fiscais para redução do tributo”.
“A proposta é uma autorização para reduzir tributos sobre combustíveis (diesel gasolina etanol e biodiesel) […] podemos aplicar redução de pis cofins e cide (no caso da gasolina) e toda vez que apurarmos que há aumento extraordinário da receita decorrente das cotações do preço de petróleo, esse aumento sera usado para redução de tributos desses combustíveis”, disse Moretti.
Governo zera impostos sobre combustível para conter alta das passagens
Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o custo total das medidas anunciadas será de R$ 30,5 bilhões. Mas, segundo ele não terá impacto fiscal, pois será compensado por receita advinda do óleo diesel e royalties, por exemplo.
As ações contemplam subvenção (um apoio financeiro) ao diesel importado, ao Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, e ao querosene da aviação.
Entre as medidas anunciadas estão:
subvenção ao diesel (importado e ao produzido no Brasil);
isenção de impostos federais sobre o biodiesel;
subvenção ao gás de cozinha;
subvenção ao querosene da aviação;
linhas de crédito para o setor aéreo.
Medidas para o diesel
A subvenção ao diesel prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel importado (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual).
Somada ao subsídio anterior concedido pela União, de R$ 0,32, a subvenção total chega a R$ 1,52.
➡ O objetivo central é blindar o setor produtivo, especialmente o agronegócio, contra a disparada de preços causada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.
Foto de posto de gasolina.
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
⛽ O diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando seu preço sobe, há um efeito em cadeia na economia. O custo maior do frete, por sua vez, tende a ser repassado para alimentos, produtos industrializados e serviços, pressionando a inflação.
A divisão busca repartir o custo da medida e facilitar a adesão dos governos estaduais, reduzindo a pressão sobre apenas um nível de governo.
Segundo o governo, a medida será aplicada pelo menos durante os meses de abril e maio deste ano e terá custo de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para os estados e o Distrito Federal.
Pelo lado dos estados, o subsídio será feito por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O fundo é usado pelo governo federal para repassar recursos mensalmente aos governos estaduais.
Agora, parte desse dinheiro será retido, em valor equivalente a R$ 0,60 por litro, que cada estado vai contribuir.
➡ O FPE é formado por 21,5% da receita líquida do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
O benefício será direcionado aos importadores de diesel, empresas responsáveis por trazer o combustível do exterior para complementar a oferta no país.
A medida também cria uma nova subvenção de R$ 0,80 por litro de diesel produzido no Brasil, que se somará àquela de R$ 0,32/litro que já está em vigor.
Essa subvenção será realizada apenas com recursos federais, com custo estimado de R$ 3 bilhões por mês.
A medida durará por dois meses, podendo ser prorrogada por igual período. Os produtores deverão aumentar o volume vendido aos distribuidores e garantir o repasse do benefício aos preços ao consumidor.
Além disso, o governo vai publicar um decreto que zera o PIS/Cofins que incidem sobre o biodiesel. Segundo o Palácio do Planato, a medida vai gerar uma economia de R$ 0,02 por litro do combustível.
O combustível renovável hoje é adicionado ao óleo diesel vendido nas bombas, em uma proporção de 15%.
Gás de cozinha
O governo também subsidiará o gás de cozinha. Segundo o governo, haverá uma compensação relativa à diferença entre o preço nacional e o internacional, que será coberto por uma subvenção de até R$ 330 milhões.
De acordo com o ministro da Fazenda, a isenção do PIS/Cofins, tanto para o biodiesel quanto para o querosene da aviação, será compensada pelo ajuste da alíquota dos cigarros.
Com isso, a alíquota será elevada a 3,5%, e o preço mínimo aumentará de R$ 6,50 para R$ 7,50.
Querosene da aviação
Diante do risco de as passagens aéreas aumentarem em até 20%, o governo federal anunciou que vai zerar o PIS/Cofins até o final do ano sobre o querosene da aviação.
O combustível é um insumo sensível para aviação, visto que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), passou a representar cerca de 45% do custo operacional das companhias aéreas após o aumento anunciado pela Petrobras na última semana.
Também serão lançadas duas linhas de crédito. Uma delas será ofertada pelo Fundo Nacional da Aviação (Fnac) e terá valor total de até R$ 2,5 bilhões por mutuário e foco em reestruturação financeira das empresas.
As tarifas de navegação também serão prorrogadas. As taxas referentes aos meses de abril, maio e junho serão pagas pelas empresas aéreas somente no mês de dezembro.

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Correios fecharam 2025 com um prejuízo financeiro de R$ 8,5 bilhões; série negativa vem desde 2022 https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/correios-fecharam-2025-com-um-prejuizo-financeiro-de-r-85-bilhoes-serie-negativa-vem-desde-2022/ Thu, 23 Apr 2026 18:42:26 +0000 https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/correios-fecharam-2025-com-um-prejuizo-financeiro-de-r-85-bilhoes-serie-negativa-vem-desde-2022/ Os Correios apresentaram nesta quinta-feira (23) os resultados financeiros de 2025. Ao todo, a empresa registrou um prejuízo de R$ 8,5 bilhões, sendo R$ 6,4 bilhões só com despesas com precatórios. Este é o 14º trimestre consecutivo de prejuízo da empresa desde o 4º trimestre de 2022. O prejuízo acumulado no primeiro semestre tinha sido […]]]>


Os Correios apresentaram nesta quinta-feira (23) os resultados financeiros de 2025.
Ao todo, a empresa registrou um prejuízo de R$ 8,5 bilhões, sendo R$ 6,4 bilhões só com despesas com precatórios.
Este é o 14º trimestre consecutivo de prejuízo da empresa desde o 4º trimestre de 2022.
O prejuízo acumulado no primeiro semestre tinha sido de R$ 4,36 bilhões.
Saiba o que está por trás da crise dos Correios
Estatal deixou de pagar compromissos de R$ 3,7 bilhões
Correios admitem ‘ciclo vicioso de prejuízos’ com perda de clientes
Programa Remessa Conforme expôs problemas da empresa
De acordo com as demonstrações, o principal fator por trás do aumento bilionário das despesas foi o pagamento de precatórios decorrentes de decisões judiciais já transitadas em julgado (leia mais abaixo).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Sem detalhar as causas desse crescimento nas despesas com precatórios — que atingiu R$ 6,4 bilhões em 2026, alta de 55,1% em relação a 2024 — representantes da estatal afirmaram que parte do valor, equivalente a R$ 2,63 bilhões, está relacionada a dívidas herdadas de gestões anteriores.
Ainda segundo informações apresentadas pela empresa, a receita bruta no ano passado foi de R$ 17,3 bilhões, —11,35% menor que a de 2024.
Plano de Demissão Voluntária
O Plano de Demissão Voluntária (PDV) faz parte do conjunto de medidas adotadas pelos Correios para reduzir despesas com pessoal e equilibrar as contas da estatal.
“Como vocês podem ver, o PDV [Plano de Demissão Voluntária] que abrimos este ano teve uma duração menor que o outro, que durou o ano todo e atingiu a mesma quantidade de funcionários”, afirmou o presidente dos Correios, Emmanoel Schmidt Rondon.
Segundo os Correios, entre 3 de fevereiro e 7 de abril, 3.181 funcionários aderiram ao programa, o que gerou uma expectativa de redução de gastos de cerca de 40%.
Considerando os PDVs lançados em 2024 e 2025, o total de adesões chega a 3.756 empregados, com uma economia estimada em R$ 147,1 milhões neste ano e uma projeção de R$ 775,7 milhões em 2026, segundo dados divulgados pela empresa.
O PDV é um mecanismo pelo qual o trabalhador opta por deixar a empresa de forma voluntária, mediante o recebimento de indenizações e benefícios previstos em regulamento, prática recorrente em processos de reestruturação de estatais.
Sede dos Correios em Palmas, Tocantins
Djavan Barbosa/TV Anhanguera
Empréstimo de R$ 12 bilhões
Nos últimos dias de 2025, os Correios conseguiram fechar um contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões, que foi pago quase totalmente no dia 30 de dezembro.
A chegada do dinheiro pouco afetou o resultado financeiro da empresa em 2025, porque a necessidade do aporte é para cobrir parte dos altos gastos com despesas que os Correios vêm apresentando e não para reduzi-las, num primeiro momento.
A assinatura do contrato de empréstimo foi publicada no dia 27 de dezembro, no Diário Oficial da União (DOU), e envolve um consórcio com os bancos Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
O acordo tem validade até 2040 e conta com garantia da União, após autorização do Tesouro Nacional, em 18 de dezembro, o que significa que o governo federal dá respaldo à operação e reduz o risco para as instituições financeiras que concederam o crédito.
De acordo com presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Bradesco aportaram R$ 3 bilhões cada. Já Itaú e Santander emprestaram outros R$ 1,5 bilhão, cada um.
O contrato prevê um prazo de carência de 3 anos e pagamentos mensais a partir de dezembro de 2029. A taxa de juros ficou em 115% do CDI – abaixo do teto de 120% do CDI, estabelecido pelo Tesouro.
Com o aval do Tesouro, o governo federal deve honrar as parcelas do pagamento caso os Correios fiquem inadimplentes, ou seja, se a estatal não pagar. Trata-se de uma garantia adicional para os bancos que concederam o crédito.
Além dos R$ 12 bilhões, o governo federal deu mais espaço para os Correios conseguirem captar novo empréstimo com garantias da União. A ampliação foi autorizada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no dia 26 de fevereiro.
Pela decisão, os Correios poderão conseguir mais R$ 8 bilhões em empréstimo com garantias da União. Entretanto, o martelo só deve ser batido, segundo pessoas que participam das discussões, no fim do primeiro semestre.

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Rádio Eldorado vai encerrar atividades após quase 70 anos no ar https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/radio-eldorado-vai-encerrar-atividades-apos-quase-70-anos-no-ar/ Thu, 23 Apr 2026 17:06:33 +0000 https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/radio-eldorado-vai-encerrar-atividades-apos-quase-70-anos-no-ar/ Logo da rádio Eldorado FM Reprodução A Rádio Eldorado, tradicional emissora de São Paulo fundada em 1958, vai encerrar sua operação no dia 15 de maio, após quase 70 anos no ar. A informação foi confirmada pelo Grupo Estado, responsável pela rádio, em comunicado divulgado nesta quinta-feira (23). Segundo a empresa, a decisão ocorre após […]]]>


Logo da rádio Eldorado FM
Reprodução
A Rádio Eldorado, tradicional emissora de São Paulo fundada em 1958, vai encerrar sua operação no dia 15 de maio, após quase 70 anos no ar.
A informação foi confirmada pelo Grupo Estado, responsável pela rádio, em comunicado divulgado nesta quinta-feira (23).
Segundo a empresa, a decisão ocorre após o fim da parceria com a Fundação Brasil 2000, detentora da frequência 107,3 FM.
Além disso, o grupo afirma que a mudança faz parte de um reposicionamento estratégico da empresa, com o objetivo de fortalecer sua presença digital.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A Eldorado é considerada uma referência em curadoria musical e jornalismo cultural, tendo marcado gerações de ouvintes na capital paulista.
No entanto, o Estadão afirma que mudanças no consumo de áudio – especialmente o avanço das plataformas de streaming e a queda do consumo de rádio tradicional – impactaram o modelo de operação das emissoras FM.
Nos últimos anos, o grupo tem investido em conteúdo digital e audiovisual, com ampliação da atuação em site, aplicativo, redes sociais e vídeos. A aquisição da NZN, em 2025, também reforçou essa estratégia, ampliando a capacidade de produção e distribuição de conteúdo.
Apesar do fim da transmissão em FM, a marca Eldorado não será descontinuada. Segundo o comunicado, projetos e programas da emissora serão adaptados a novos formatos, com foco em vídeo e plataformas digitais.
A empresa cita, como exemplo, os programas Som a Pino e Clube do Livro, que passarão por reformulação.
Ao anunciar o encerramento, a empresa agradeceu aos profissionais e ouvintes que fizeram parte da trajetória da rádio ao longo de décadas, destacando seu papel na cena cultural paulistana.

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Conta de luz: Aneel aprova reajustes que atingem mais de 22 milhões de consumidores https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/conta-de-luz-aneel-aprova-reajustes-que-atingem-mais-de-22-milhoes-de-consumidores/ Thu, 23 Apr 2026 15:58:19 +0000 https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/conta-de-luz-aneel-aprova-reajustes-que-atingem-mais-de-22-milhoes-de-consumidores/ A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajustes tarifários para oito distribuidoras de energia elétrica, em processo periódico previsto nos contratos de concessão. Os índices médios variam entre 5% e 15%, a depender da área de atuação de cada distribuidora, com impacto sobre mais de 22 milhões de unidades consumidoras em todo o país. De […]]]>


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajustes tarifários para oito distribuidoras de energia elétrica, em processo periódico previsto nos contratos de concessão.
Os índices médios variam entre 5% e 15%, a depender da área de atuação de cada distribuidora, com impacto sobre mais de 22 milhões de unidades consumidoras em todo o país.
De forma geral, os principais fatores que pressionaram os reajustes foram os custos com encargos setoriais, além das despesas com compra e transmissão de energia.
Entre as distribuidoras, a CPFL Santa Cruz, com sede em Jaguariúna (SP), registrou o maior aumento, com efeito médio de 15,12% para o consumidor.
Conta de luz terá aumento de mais de 9% para clientes da CPFL Paulista
A CPFL Santa Cruz atende cerca de 527 mil unidades consumidoras em 45 municípios nos estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais.
Já a Enel Ceará teve reajuste médio de 5,78% e atende mais de 4,11 milhões de unidades consumidoras.
Na Bahia, a Coelba registrou alta média de 5,85%, impactando aproximadamente 6,92 milhões de unidades consumidoras.
Conta de luz
Neoenergia Elektro
Diferimento tarifário
Em alguns casos, os reajustes foram atenuados pelo diferimento tarifário, mecanismo que autoriza o repasse de parte dos custos apenas nos próximos ciclos tarifários.
Com isso, o aumento na conta de luz fica menor no curto prazo, como previsto nos Procedimentos de Regulação Tarifária (Proret).
Foi o caso da Neoenergia Cosern, sediada em Natal (RN), que atende mais de 1,6 milhão de unidades consumidoras em 167 municípios. Com o diferimento, o efeito médio para o consumidor ficou em 5,40%.
O mesmo mecanismo foi aplicado à Energisa Sergipe Distribuidora de Energia, que atende mais de 919 mil unidades consumidoras, resultando em um reajuste médio de 6,86%.
Na CPFL Paulista, que atende mais de 5 milhões de unidades consumidoras em 234 municípios paulistas, o efeito médio foi de 12,13%. Já a Energisa Mato Grosso do Sul teve reajuste médio de 12,11%, atendendo cerca de 1,17 milhão de unidades consumidoras.
Por fim, a Energisa Mato Grosso, que atende mais de 1,7 milhão de unidades consumidoras em 141 municípios, registrou efeito médio de 6,86% para o consumidor.
Conta de luz 
A conta de luz é um dos principais pontos de atenção do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Projeções recentes da Aneel apontam uma alta média de 8% para este ano, ou seja, acima da inflação. O dado consta no boletim InfoTarifa, publicado trimestralmente pela agência.
O Executivo chegou a vislumbrar uma proposta de empréstimo para conter o impacto dos reajustes, mas a medida já nasceu com divergências dentro do próprio governo e acabou submergindo.
O g1 apurou que o custo do crédito seria, inevitavelmente, repassado aos consumidores com juros nos próximos anos e que, portanto, poderia trazer dor de cabeça futuramente.

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Guerra no Irã derruba em mais de 30% exportações brasileiras ao Golfo Pérsico https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/guerra-no-ira-derruba-em-mais-de-30-exportacoes-brasileiras-ao-golfo-persico/ Thu, 23 Apr 2026 14:35:54 +0000 https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/guerra-no-ira-derruba-em-mais-de-30-exportacoes-brasileiras-ao-golfo-persico/ Veja os vídeos que estão em alta no g1 As exportações brasileiras para países do Golfo Pérsico caíram em março, em meio aos efeitos da guerra no Irã e às dificuldades de navegação no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do comércio mundial. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), […]]]>


Veja os vídeos que estão em alta no g1
As exportações brasileiras para países do Golfo Pérsico caíram em março, em meio aos efeitos da guerra no Irã e às dificuldades de navegação no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do comércio mundial.
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados na plataforma ComexStat, mostram que as vendas brasileiras para a região somaram US$ 537,1 milhões no mês. O valor representa uma queda de 31,47% em relação a março do ano passado.
🌊 O Golfo Pérsico reúne mercados importantes para o Brasil, como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Omã e Bahrein. A maior parte do comércio com esses países é formada por produtos do agronegócio, que representam cerca de 75% das exportações brasileiras para a região.
Isso porque a interrupção parcial do transporte marítimo afetou principalmente alimentos que dependem de embarques regulares em grande escala.
O milho praticamente deixou de ser enviado no mês, enquanto as exportações de açúcar e melaços sofreram forte retração. Outros grãos também sentiram o impacto: no caso do trigo e do centeio, não houve embarques relevantes ao Golfo Pérsico em março (veja os detalhes na tabela abaixo).

A principal explicação para a queda está na logística. Com o aumento do risco na região, companhias de navegação passaram a cobrar taxas adicionais e a adotar rotas mais longas, muitas vezes contornando o continente africano para evitar a passagem por Ormuz.
O desvio amplia o tempo de viagem e encarece o transporte.
Para analistas do mercado financeiro, episódios como o conflito no Irã mostram como fatores políticos passaram a influenciar diretamente o comércio de commodities.
“A geopolítica voltou a ditar regras no fluxo global de mercadorias”, afirma Pedro Ros, CEO da Referência Capital.
Segundo ele, tensões internacionais podem alterar rotas logísticas, pressionar custos de seguro e aumentar a volatilidade de preços, exigindo maior planejamento das empresas exportadoras.
Carnes e commodities mantêm demanda
Mesmo com a queda das exportações brasileiras ao Golfo Pérsico em março, alguns produtos mantiveram demanda e ajudaram a sustentar o fluxo comercial com a região. As carnes seguem como um dos principais pilares da pauta brasileira nesses mercados.
O frango permanece como o principal item exportado pelo Brasil ao Golfo, liderando as vendas externas tanto em 2025 quanto no início deste ano.
LEIA TAMBÉM: Conflito no Oriente Médio derruba exportações de carne bovina e de frango para a região
A carne bovina também mostrou resiliência no período, com avanço no valor exportado — movimento associado sobretudo à alta dos preços internacionais, e não necessariamente ao aumento do volume embarcado.

A relação comercial entre Brasil e Golfo, no entanto, não se limita às exportações brasileiras.
O país também depende de produtos vindos da região — especialmente fertilizantes nitrogenados, insumos essenciais para a produção agrícola. Omã, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos estão entre os principais fornecedores desses produtos para o mercado brasileiro.
Diante das incertezas sobre a duração do conflito e das dificuldades no transporte marítimo, empresas brasileiras passaram a antecipar compras para garantir estoques.
Não por acaso, em março, as importações de fertilizantes nitrogenados vindos desses países cresceram mais de 265%, segundo dados do MDIC.
Produção de soja e milho em Macapá – Exportação para a Guiana Francesa
Arthur Alves/PMM

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Dólar abre a R$ 4,96 com tensão no Estreito de Ormuz e petróleo em alta https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/dolar-abre-a-r-496-com-tensao-no-estreito-de-ormuz-e-petroleo-em-alta/ Thu, 23 Apr 2026 12:11:01 +0000 https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/dolar-abre-a-r-496-com-tensao-no-estreito-de-ormuz-e-petroleo-em-alta/ Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (23) em queda, recuando 0,13% às 9h, cotado a R$ 4,9635. Já o Ibovespa, principal índica da bolsa brasileira, abre às 10h. A tensão no Oriente Médio voltou a ganhar destaque após novos episódios envolvendo embarcações comerciais […]]]>


Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (23) em queda, recuando 0,13% às 9h, cotado a R$ 4,9635. Já o Ibovespa, principal índica da bolsa brasileira, abre às 10h.
A tensão no Oriente Médio voltou a ganhar destaque após novos episódios envolvendo embarcações comerciais no Estreito de Ormuz. O movimento ocorre em meio a sinais de força militar na região e enquanto investidores acompanham também a divulgação de indicadores econômicos nos Estados Unidos.
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▶ A Guarda Revolucionária do Irã apreendeu dois navios de carga e realizou disparos contra uma terceira embarcação no Estreito de Ormuz, em mais um episódio de demonstração de poder na região. Ao mesmo tempo, a Marinha dos Estados Unidos afirmou ter forçado 27 navios a recuar após um bloqueio imposto aos portos iranianos.
🔎 O fechamento do canal, que completou dez dias nesta quarta-feira, continua a trazer preocupações sobre a oferta da commodity e seus eventuais impactos na inflação mundial. Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o Brent avançava 0,97%, negociado a US$ 102,81 por barril.
▶ No campo dos indicadores econômicos, os EUA divulgam nesta quinta-feira os dados semanais de pedidos de auxílio-desemprego, com expectativa de cerca de 210 mil solicitações na última semana. Ainda ao longo da manhã, também estão previstos os números de exportação de grãos do país.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
💲Dólar

a
Acumulado da semana: -0,19%;
Acumulado do mês: -3,95%;
Acumulado do ano: -9,38%.
📈Ibovespa

Acumulado da semana: -1,45%;
Acumulado do mês: +2,89%;
Acumulado do ano: +19,71%.
Cessar-fogo com Irã
Em meio à guerra no Oriente Médio, os EUA decidiram estender por tempo indeterminado o cessar-fogo com o Irã. A medida, anunciada por Donald Trump, atende a um pedido do primeiro-ministro do Paquistão, que tenta mediar uma saída diplomática para o conflito.
🔎A trégua, que estava prestes a expirar, foi mantida até que o governo iraniano apresente uma proposta unificada para avançar nas negociações de paz.
Apesar da suspensão dos ataques diretos, o cenário segue longe de uma desescalada. Washington manteve o bloqueio naval no Estreito de Ormuz, ponto estratégico para o transporte global de petróleo — decisão vista por Teerã como provocação e continuidade das hostilidades.
Autoridades iranianas reagiram com desconfiança, indicando que a prorrogação do cessar-fogo pode ser apenas uma manobra tática dos EUA. Como resposta, o Irã sinalizou que não pretende reabrir o estreito enquanto a restrição americana continuar em vigor.
As negociações também enfrentam impasses. Uma nova rodada de conversas foi adiada diante da falta de resposta iraniana, ampliando a incerteza sobre um possível acordo.
Ao mesmo tempo, Trump lida com desgaste interno, com sua taxa de aprovação girando em torno de 36%, pressionado pela condução da guerra.
Nesse contexto de tensão, novos episódios agravaram o quadro. O Irã afirmou ter apreendido dois navios comerciais no Estreito de Ormuz, sob a justificativa de que navegavam sem autorização e comprometiam a segurança da região. Uma das embarcações foi associada a Israel.
Além disso, ao menos três navios foram alvo de ataques nas proximidades, segundo autoridades marítimas internacionais. Apesar dos danos, não houve vítimas.
Escala 6×1
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados também pode votar nesta quarta-feira um parecer favorável ao avanço das propostas que preveem o fim da escala 6×1.
Se aprovadas, as PECs seguem para uma Comissão Especial e depois para o plenário, antes de irem ao Senado.
👩‍🏭🧑‍🏭Atualmente, existem mais de uma proposta na Câmara que alteram a jornada de trabalho no Brasil, fixada na maioria dos casos em 44 horas semanais. Em fevereiro, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB) determinou que as propostas da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) passassem a tramitar juntas (veja mais detalhes abaixo).
Paralelamente à tramitação das PECs, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu enviar um projeto de lei próprio sobre o mesmo assunto.
A avaliação do governo é a de que a aprovação de um projeto de lei é mais fácil, já que demanda menos votos para ser aprovado e tem tramitação mais curta.
🔎Uma PEC precisa de aval de ao menos 308 deputados, enquanto um projeto de lei depende apenas da maioria dos presentes no momento da votação.
Mercados globais
Nos EUA, as bolsas em Wall Street operam em leve alta. Por volta das 13h25 (horário de Brasília), Dow Jones subia 0,64%, enquanto o S&P 500 avançava 0,78%. Já o Nasdaq registrava ganho de 1,25%.
Na Europa, o movimento foi mais contido. O índice STOXX 600 fechou em queda de 0,35%, aos 613,88 pontos.
Em Paris, o CAC 40 caiu 0,96%, enquanto o DAX, da Alemanha, recuou 0,25%. O FTSE 100, de Londres, fechou em queda de 0,21%.
Na Ásia, o desempenho foi misto.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 1,22%, aos 26.163 pontos. Já na China continental, os índices fecharam em alta: o SSEC, de Xangai, subiu 0,52%, aos 4.106 pontos, e o CSI300 avançou 0,66%, aos 4.799 pontos.
No Japão, o Nikkei ganhou 0,4%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, avançou 0,46%.
Notas de real e dólar
Amanda Perobelli/ Reuters

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Caso Master: Mendonça não conta com delações para avançar em investigações do esquema https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/caso-master-mendonca-nao-conta-com-delacoes-para-avancar-em-investigacoes-do-esquema/ Thu, 23 Apr 2026 02:05:37 +0000 https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/caso-master-mendonca-nao-conta-com-delacoes-para-avancar-em-investigacoes-do-esquema/ Caso Master: Mendonça não conta com delações para avanço das investigações neste momento O gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso Master, tem hoje baixa expectativa de que delações premiadas possam trazer elementos novos às investigações e sequer conta com a possibilidade de que as colaborações sejam fechadas. A […]]]>


Caso Master: Mendonça não conta com delações para avanço das investigações neste momento
O gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso Master, tem hoje baixa expectativa de que delações premiadas possam trazer elementos novos às investigações e sequer conta com a possibilidade de que as colaborações sejam fechadas.
A informação tem sido dada pelo próprio André Mendonça a advogados de nomes investigados que o procuram.
Enquanto isso, Daniel Vorcaro, dono do banco, e outros nomes investigados tentam reunir elementos para propor as colaborações, uma estratégia de defesa que visa menor tempo de prisão e liberação de bens aos envolvidos.
Os investigadores da PF e a própria equipe de Mendonça que trabalham no caso – hoje são três assessores do gabinete do relator que trabalham com exclusividade no caso Master – acreditam que as provas colhidas e em análise, além de novas frentes da investigação, são suficientes para fazer avançar o caso.
Banco Master.
Reprodução/TV Globo
Além disso, há uma visão de que as delações são do interesse da defesa. Uma fonte a par do trabalho resume o pensamento do grupo ao dizer que “não é possível ficar esperando por uma delação”.
Parte do material apreendido desde ano passado ainda está em análise – como o primeiro celular de Vorcaro, apreendido em outubro de 2025 e que ainda não teve seu conteúdo de quatro terabytes ainda analisada por completo.
A equipe que trabalha no caso tem um foco especial hoje em um nome dentre todos os citados na investigação: o de Daniel Monteiro, advogado de Vorcaro e considerado o arquiteto da estratégia de distribuição e ocultação de recursos do então chefe e dono do banco.
A PF conseguiu entrar no celular de Monteiro recentemente e acredita que as informações ali contidas vão ajudar no avanço das investigações.
Outra convicção da equipe que acompanha a investigação é de que o trabalho ainda levará muitos meses e tem grandes chances de avançar por 2027.

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Empresas de Elon Musk compram 1,3 mil Cybertrucks e inflam vendas da Tesla nos EUA https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/empresas-de-elon-musk-compram-13-mil-cybertrucks-e-inflam-vendas-da-tesla-nos-eua/ Wed, 22 Apr 2026 20:04:57 +0000 https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/empresas-de-elon-musk-compram-13-mil-cybertrucks-e-inflam-vendas-da-tesla-nos-eua/ Tesla Cybertruck 2026 Divulgação Um levantamento da S&P Global Mobility, revelados pela Bloomberg, mostra que empresas do bilionário Elon Musk compraram unidades da Tesla Cybertruck em 2025, inflando o número de vendas da picape nos Estados Unidos artificialmente. A SpaceX comprou 1.279 unidades da Cybertruck no último trimestre de 2025. Outras empresas ligadas a Musk […]]]>


Tesla Cybertruck 2026
Divulgação
Um levantamento da S&P Global Mobility, revelados pela Bloomberg, mostra que empresas do bilionário Elon Musk compraram unidades da Tesla Cybertruck em 2025, inflando o número de vendas da picape nos Estados Unidos artificialmente.
A SpaceX comprou 1.279 unidades da Cybertruck no último trimestre de 2025. Outras empresas ligadas a Musk adquiriram mais 60 picapes no mesmo período.
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Sem essas compras, a Cybertruck teria registrado uma queda de 51% nas vendas nos três últimos meses do ano passado.
O levantamento estima que a operação tenha custado mais de US$ 100 milhões. Esse volume de compra representa cerca de 18% de todas as Cybertrucks vendidas nos Estados Unidos.
A estratégia deve continuar em 2026. De acordo com a Bloomberg, empresas de Elon Musk seguem encomendando picapes, com vendas registradas em janeiro e fevereiro.
Musk lançou o Tesla Cybertruck em 2019
Getty Images via BBC
BYD ultrapassa Tesla
Esse é apenas mais um episódio em uma sequência de resultados negativos da Tesla, especialmente no desempenho da Cybertruck. Em fevereiro, a montadora anunciou uma versão mais barata da picape, com preço de US$ 59.990. A meta era alavancar as vendas.
Antes disso, a opção de entrada da Cybertruck nos Estados Unidos custava US$ 79.990. A empresa também reduziu, na mesma época, o valor da versão mais cara, a Cyberbeast, que passou de US$ 114.990 para US$ 99.990.
Com 1,64 milhão de veículos emplacados em 2025, a Tesla registrou uma queda de 9% e perdeu o posto de maior fabricante de carros elétricos do mundo. A BYD assumiu a liderança, com 2,26 milhões de veículos eletrificados vendidos no ano passado.
Tesla Cybertruck no Brasil
No Brasil, a Tesla não tem operação oficial, mas o g1 mostrou que é possível importar a Cybertruck de forma independente por cerca de R$ 1 milhão.
Esses veículos chegam ao país por meio da importação independente, que permite que pessoas e empresas tragam carros sem intermediação das montadoras. Mesmo assim, é necessário ficar atento às regras e às exigências previstas na legislação brasileira.
g1 testou: a primeira Tesla Cybertruck que veio para o Brasil

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Usar o celular enquanto carrega é perigoso? Veja em quais situações é preciso ter cuidado https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/usar-o-celular-enquanto-carrega-e-perigoso-veja-em-quais-situacoes-e-preciso-ter-cuidado/ Wed, 22 Apr 2026 16:19:00 +0000 https://ideconbackup.institutoidecon.com.br/usar-o-celular-enquanto-carrega-e-perigoso-veja-em-quais-situacoes-e-preciso-ter-cuidado/ Como um celular pode explodir mesmo sem estar carregando Quem nunca usou o celular enquanto ele estava na tomada, carregando? A prática é comum e traz poucos riscos, principalmente se for para responder uma mensagem ou checar algo rapidamente. Usar junto com um powerbank (carregador portátil) também é seguro, desde que ele seja certificado. Existem […]]]>


Como um celular pode explodir mesmo sem estar carregando
Quem nunca usou o celular enquanto ele estava na tomada, carregando? A prática é comum e traz poucos riscos, principalmente se for para responder uma mensagem ou checar algo rapidamente. Usar junto com um powerbank (carregador portátil) também é seguro, desde que ele seja certificado.
Existem algumas situações em que é preciso ter mais de cuidado, como em momentos de chuva. Também uma boa ideia sempre optar por cabos e fontes originais para evitar risco à vida, por exemplo.
Veja mais detalhes abaixo:
Como se proteger ao usar o celular enquanto ele carrega
Daniel Ivanaskas/Arte g1
1. Tire o celular da tomada durante chuvas fortes e de longa duração
Durante tempestades, é possível que um raio atinja a rede elétrica da casa, gerando uma grande tensão que pode chegar até o celular. Há risco de choque se alguém estiver usando o telefone.
Por isso, evite usar o aparelho conectado na tomada durante chuvas.
2. Use carregador e cabos originais
Os carregadores originais dos smartphones e outros produtos eletrônicos passam pela certificação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e contam com um selo.
Eles possuem componentes mantém uma tensão muito baixa para dar choque. É a opção mais segura para carregar o aparelho em qualquer circustância.
Carregadores paralelos que não são certificados ou recomendados pelas próprias fabricantes podem não ter alguns itens de segurança, além de possivelmente passarem mais carga do que o recomendado.
Evite ainda o uso de adaptadores e muito cuidado com tomadas com mau contato.
LEIA MAIS: 10 coisas que você talvez não saiba sobre o Google
Sua conta no WhatsApp está protegida? Faça o teste e descubra
3. Bateria também original
É importante também que a bateria instalada no aparelho seja original. Versões paralelas não passam pelas certificações de segurança.
Fique atento com a expansão da bateria – se reparar que o celular está “inchado” ou que alguma parte da tela levantou, deixe de usar o telefone e o leve até uma assistência técnica. Os componentes químicos da bateria podem vazar e causar até explosões.
Fique de olho também na temperatura: se o aparelho estiver esquentando mais do que o normal, procure um especialista.
4. Não deixe o celular carregando debaixo de um travesseiro
É muito importante nunca abafar o celular enquanto ele estiver carregamento. Por isso, não deixe o aparelho de baixo de um travesseiro, cobertor ou até mesmo do seu corpo enquanto ele estiver na tomada.
Isso porque o aparelho naturalmente esquenta durante a carga e se não tiver ventilação adequada, pode superaquecer e causar problemas na bateria que geram risco à vida, como explosões.
Quando for dormir, deixe o aparelho longe de você e de objetos inflamáveis. É importante que você não seja pego de surpresa ou que corra grandes riscos caso ocorra um incêndio, por exemplo. São casos raros, mas a precaução é chave.
5. Em caso de telefonema, desconecte o celular do carregador
Caso aconteça algum acidente e o aparelho sofra uma descarga elétrica, ele não estará perto do seu rosto. Também é uma boa ideia não usar fones de ouvido com fio durante o carregamento.
6. Não carregue o celular em locais úmidos, como banheiro
Para evitar choques, não coloque o telefone para carregar em locais úmidos, como próximo a uma pia, banheira ou chuveiro. Também é importante não conectar ou desconectar o carregador com as mãos molhadas.
7. Se o aparelho estiver na tomada, procure usar calçado de borracha
A borracha é um material isolante e pode proteger de eventuais choques elétricos.
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