Dívida pública é emitida pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal. Resgate líquido de títulos resultou na queda da dívida no mês passado, apesar das despesas com juros. A dívida pública brasileira cresceu 0,8% em julho e atingiu R$ 6,14 trilhões, informou nesta terça-feira (29) a Secretaria do Tesouro Nacional. Em junho, o endividamento estava em 6,19 trilhões.
A dívida pública federal é a contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal, ou seja, pagar as despesas do governo acima da arrecadação com impostos e contribuições.
De acordo com o Tesouro, a dívida recuou em julho por conta dos resgates líquidos (acima do valor das emissões, ou seja, da colocação de títulos do mercado) de R$ 92,7 bilhões. Por outro lado, as despesas com juros, que elevaram a dívida pública, somaram 43,4 R$ bilhões.
Segundo o governo, o custo médio das emissões em oferta pública da dívida pública apresentou redução, passando de 12,50% ao ano em junho para 12,22% ao ano em julho.
A previsão do Tesouro Nacional é que a dívida encerre o ano de 2023 entre R$ 6,4 trilhões e R$ 6,8 trilhões. O dado consta no Plano Anual de Financiamento (PAF), divulgado em janeiro deste ano.
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