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Déficit das contas públicas sobe para R$ 33 bi em maio e dívida cai pelo 7º mês seguido, mostra BC

De acordo com o Banco Central, queda da dívida, apesar do aumento do rombo nas contas públicas, tem a ver com o crescimento do PIB e da queda do dólar em maio. As contas do setor público consolidado registraram déficit primário de R$ 33 bilhões em maio deste ano, informou o Banco Central nesta sexta-feira (29).
O déficit primário acontece quando as receitas com impostos ficam abaixo das despesas, desconsiderando os juros da dívida pública. Quando acontece o contrário, há superávit. O resultado engloba o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais.
Os dados de maio deveriam ter saído anteriormente, mas greve dos servidores do BC, que durou de abril a julho deste ano, atrasou a divulgação.
De acordo com dados oficiais, o rombo registrado em maio representou aumento frente ao mesmo mês do ano passado — quando o déficit fiscal somou R$ 15,5 bilhões.
De acordo com o Tesouro Nacional, a alta do déficit está relacionada, entre outros fatores, com o aumento de R$ 20,7 bilhões no pagamento de benefícios previdenciários (explicado pela antecipação em um mês do calendário de pagamento do 13º salário de aposentados e pensionistas em 2022).
Segundo o BC, o déficit em maio aconteceu por resultados negativos nas contas do governo federal e das estatais, enquanto os estados apresentaram saldo positivo.
o governo federal registrou déficit de R$ 40 bilhões;
estados e municípios tiveram resultado positivo de R$ 7,3 bilhões;
empresas estatais registraram déficit de R$ 307 milhões.

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