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Preço do querosene de aviação da Petrobras sobe em julho e acumula alta de 70% no ano, aponta Abear

Segundo a entidade, preço do querosene de aviação (QAV) aumentou em 3,9% em 15 refinarias, no último dia 1º de julho, em relação ao mês anterior. Pista de decolagens do Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP)
Reprodução/EPTV
O preço do querosene de aviação (QAV) vendido pela Petrobras aumentou em 3,9% em 15 refinarias, no último dia 1º de julho, em relação ao mês anterior, segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).
No acumulado do ano, a alta chega a 70,6%, segundo a entidade, o que pressiona os custos das companhia aéreas e cria repasses de preços nas passagens para os consumidores.
O QAV representa mais de um terço dos custos totais das companhias aéreas. Segundo a Abear, o preço do combustível no Brasil chega a ser até 40% mais caro do que no exterior.
“Mais uma vez o reajuste mensal no preço do QAV comprova os desafios que as associadas ABEAR enfrentam diariamente com a escalada dos custos estruturais, principalmente com o QAV”, afirma em nota o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, que cobra uma política pública para reduzir o preço do combustível.
Os preços de venda de querosene de aviação (QAV) da Petrobras às companhias distribuidoras são ajustados mensalmente. Questionada pelo g1 sobre o aumento informado pela Abear, a petroleira não comentou até a última atualização desta reportagem.

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