Na véspera, moeda norte-americana subiu 0,85%, negociada a R$ 5,1867. Notas de dólar
REUTERS/Dado Ruvic
O dólar opera em queda nesta terça-feira (21), com participantes do mercado digerindo a ata da última reunião de política monetária do Banco Central, em que a autarquia indicou a necessidade de manter a taxa básica de juros em nível elevado por período prolongado.
Às 9h18, a moeda norte-americana caía 0,51%, vendida a R$ 5,1603. Veja mais cotações.
No dia anterior, a moeda norte-americana subiu 0,85%, negociada a R$ 5,1867, maior valor de fechamento da moeda desde 14 de fevereiro, quando fechou em R$ 5,2186. Com o resultado, passou a acumular alta de 9,16% no mês. No ano, ainda tem desvalorização de -6,96% frente ao real.
LEIA TAMBÉM:
José Mauro Coelho pede demissão e deixa a presidência da Petrobras
Comercial x turismo: qual a diferença e por que o turismo é mais caro?
O que faz o dólar subir ou cair em relação ao real?
Qual o melhor momento para comprar?
Dinheiro ou cartão? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens?
o
Entenda o que faz o dólar subir ou descer
O que está mexendo com os mercados?
Nesta terça-feira, ata do Comitê de Política Monetária do Banco Central indicou que há necessidade de manter a taxa básica de juros em nível elevado por período prolongado para atingir seu objetivo de levar a inflação a patamar próximo à meta fiscal em 2023.
Na semana passada, Banco Central subiu a taxa Selic a 13,25% ao ano, e disse que antevê um novo ajuste, de igual ou menor magnitude, na reunião de agosto.
No comunicado da última semana, a autoridade monetária também afirmou que as medidas de cortes de tributos para baratear combustíveis, energia e telecomunicações, em tramitação no Congresso, reduzem sensivelmente a inflação neste ano, mas elevam, em menor magnitude, a inflação no horizonte relevante da política monetária. A afirmação foi reforçada na ata.
Permanecem ainda as preocupações sobre o crescimento econômico, a aproximação das eleições presidenciais e as incertezas sobre o futuro da Petrobras, depois que José Mauro Coelho pediu demissão do cargo de presidente-executivo.
Sua saída ocorre em meio à crescente pressão sobre a estatal, especialmente após o reajuste dos preços do diesel e da gasolina na semana passada. Coelho é o terceiro presidente da Petrobras a deixar o comando em um contexto de insatisfação do governo com a política de preços da empresa.
No exterior, o foco permanece na trajetória das taxas de juros para conter a inflação e nos temores de recessão global.
O Idecon é um Instituto que caminha por meio de muito trabalho, ofertando serviços em busca do Equilíbrio e Harmonia nas Relações de Consumo.
Downloads
- Convenção Coletiva
- Certificado Boas Praticas
- Código de Defesa
- Pesquisas
Entre em Contato
- Telefone: (11) 2408-8400
- Email: contato@idencon.org
- Rua José Triglia, n°27 – Vila das Palmeiras Guarulhos - SP


