País prevê avanço de 5,5% no Produto Interno Bruto (PIB) neste ano; governo local vê incerteza com ritmo da recuperação global e aponta desaceleração do setor imobiliário. A China estabeleceu neste sábado (5) um objetivo de crescimento econômico mais lento, em cerca de 5,5% neste ano, com adversidades que incluem a incerteza da recuperação global e a desaceleração do setor imobiliário do país atrapalhando a segunda maior economia do mundo.
Com as condições econômicas sendo aliviadas, o banco central chinês começou a cortar taxas de juros, os governos locais expandiram gastos em infraestrutura e o ministério das Finanças prometeu cortar mais impostos.
Um trabalhador anda na viga em uma construção de um novo edifício comercial em Pequim. O crescimento econômico da China pode desacelerar para 7,1% em 2015, em comparação à expectativa de 7,4 % este ano
Kim Kyung-Hoon/Reuters
Houve poucas surpresas no relatório anual do premier Li Keqiang à sessão anual do parlamento, com a China valorizando a estabilidade em um ano politicamente sensível, durante o qual o presidente Xi Jinping deve conseguir um terceiro mandato.
“Precisamos tornar a estabilidade econômica a nossa principal prioridade”, disse Li a delegados que se reuniram no Grande Salão do Povo no lado oeste da Praça Tiananmen.
Com limitações por conta do coronavírus, a reunião parlamentar deste ano será a menor de todos os tempos, com seis dias e meio.
“A recuperação econômica do mundo não tem impulso, e os preços das commodities permanecem altos e são sujeitos a flutuações. Tudo isso está tornando o ambiente externo cada vez mais volátil, grave e incerto”, disse Li.
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