Dados preliminares do Ministério do Desenvolvimento Regional indicam que o volume de chuvas que caiu na região serrana do Rio na terça-feira (15), e que causou a morte de dezenas de pessoas, pode ter sido o mais alto em 50 anos, disse ao blog o ministro da pasta, Rogério Marinho.
Dados coletados das áreas técnicas dão conta de que teria chovido mais de 300 milímetros em pouco mais de quatro horas.
Até o início da tarde desta quarta-feira (16), já haviam sido confirmadas mais de 50 vítimas fatais da tragédia em Petrópolis. As buscas por sobreviventes seguem.
Marinho conversou na manhã desta quarta-feira com o prefeito de Petrópolis, Rubens Bomtempo, e o governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro.
As autoridades avaliam a necessidade de enviar reforços de socorristas de outras cidades ou corpos de bombeiros de outros Estados para ajudar no resgate de sobreviventes e vítimas.
Marinho informou que o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, já foi para a região Serrana do Rio para coordenar a resposta do MDR. O presidente Jair Bolsonaro deve voltar ao Brasil na sexta-feira (18) e ir direto para o Rio de Janeiro, segundo o ministro.
Bolsonaro foi criticado pela ausência no momento mais trágico das chuvas na Bahia, no final do ano. Ele sobrevoou o Estado no início de dezembro e não retornou ao Estado.
Na tragédia causada pelas chuvas em São Paulo, Bolsonaro foi ao Estado.
O Rio de Janeiro é a origem eleitoral do presidente e de dois de seus filhos, o senador Flavio Bolsonaro e o vereador do Rio Carlos Bolsonaro.
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