Dados atualizados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que país destruiu 191,5 mil empregos formais no ano passado. Em novembro, primeira revisão já havia cortado o número de vagas com carteira pela metade, mas o saldo ainda era positivo, de 75.883. Homem segura carteira de trabalho enquanto procura emprego na região central de São Paulo
Amanda Perobelli/Reuters
Uma nova revisão de dados feita pelo Ministério do Trabalho e Previdência indica que o Brasil registrou fechamento de vagas de trabalho com carteira assinada no ano passado.
Com a revisão, os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que o país destruiu 191,5 mil empregos formais no ano passado. Em novembro, a primeira revisão já havia cortado o número de empregos com carteira pela metade, mas o saldo ainda era positivo, de 75.883.
Painel de informações do novo Caged
Reprodução
Em janeiro deste ano, o governo informou que o Brasil havia criado 142.690 empregos com carteira assinada em todo ano passado com base nos dados do Caged.
Na ocasião, os números foram divulgados pelo Ministério da Economia e o ministro Paulo Guedes declarou que o resultado do mercado de emprego em 2020, primeiro ano da pandemia da Covid-19 e em que o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 4,5%, era uma “grande notícia”.
Nova metodologia
No ano passado, o governo realizou uma mudança na metodologia do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o que fez com que os dados recentes não possam mais ser comparados à série histórica anterior ao ano de 2020, segundo economistas ouvidos pelo g1.
Com a alteração metodológica, desde janeiro do ano passado, o cálculo do novo Caged passou a considerar outras fontes de informações. Além da pesquisa realizada mensalmente com os empregadores, o sistema também puxa dados do eSocial e do empregadorWeb (sistema no qual são registrados pedidos de seguro-desemprego).
A mudança gera impacto porque, segundo analistas, a declaração dos vínculos temporários à pesquisa do Caged é opcional – mas a inserção no eSocial é obrigatória. O Novo Caged, portanto, gera resultados maiores ao considerar esses vínculos, subdeclarados no sistema antigo.
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