Economia da França cresceu 3% na comparação com o segundo trimestre, e a da Itália avançou 2,6%. Já o PIB da Alemanha, a maior economia da zona do euro, decepcionou e registrou alta de 1,8%. O PIB (Produto Interno Bruto) da zona do euro cresceu 2,2% no terceiro trimestre em comparação ao trimestre anterior, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Eurostat, o escritório de estatísticas da União Europeia (UE). Trata-se da primeira estimativa do indicador para o período.
O resultado representa uma leve aceleração da economia frente ao 2º trimestre, cuja alta foi revisada para 2,1%, e foi garantido graças à retirada das restrições à atividade em toda a região, com a disseminação do coronavírus afetando menos o continente durante o verão (no hemisfério norte).
Economistas ouvidos pela Reuters esperavam, em média, aumentos trimestral de 2,0% e anual de 3,5%. A economia contraiu no quarto trimestre de 2020 e nos primeiros três meses de 2021.
PIB da zona do euro
Economia G1
Na comparação com o 2º trimestre do ano passado, a alta foi de 3,7% no conjunto das 19 economias que usam a moeda comum europeia.
No conjunto dos 27 países da União Europeia, o PIB cresceu 2,1% no terceiro trimestre perante os três meses anteriores, e avançou 3,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Entre os destaques, o PIB da França cresceu 3% na comparação com o segundo trimestre, e o da Itália avançou 2,6%. Já a economia da Alemanha registrou alta de 1,8%, uma decepção em relação ao trimestre anterior revisado para cima (1,9%).
Para a Capital Economics (CE), o sólido crescimento do PIB da zona do euro no terceiro trimestre deste ano significa que a fase de recuperação da pandemia está quase completa na maior parte da região. Porém, o economista-chefe da Europa, Andrew Kenningham, observa que o crescimento será muito mais lento no último trimestre, já que a interrupção da cadeia de suprimentos, a desaceleração da demanda global e a escassez de mão de obra prejudicaram a produção.
A próxima estimativa para o crescimento do bloco será publicada em 16 de novembro.
Os dados da zona do euro vêm depois de uma primeira estimativa para os Estados Unidos que mostrou na quinta crescimento de 2% em dados anualizados, abaixo das expectativas do mercado e em seu ritmo mais lento em mais de um ano, uma vez que a variante Delta do coronavírus e a escassez de bens restringiram os gastos.
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