Indicador Antecedente do Emprego recuou 3,1 pontos em setembro, para 87,0 pontos, menor nível desde maio de 2021, depois de cinco altas consecutivas. Dados divulgados nesta quarta-feira (6) pela Fundação Getulio Vargas (FGV) apontam que as expectativas para a recuperação do emprego são favoráveis, mas as turbulências do ambiente macroeconômico pesam contra a continuidade da recuperação no médio e longo prazo.
O Indicador Antecedente do Emprego, do Instituto Brasileiro de Economia do FGV IBRE, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, recuou 3,1 pontos em setembro, para 87,0 pontos, menor nível desde maio de 2021 (83,4 pontos). O recuo veio após cinco altas consecutivas.
Indicador antecedente de emprego
Economia g1
“O resultado negativo ainda não sugere uma reversão da tendência de recuperação, mas liga o sinal de alerta sobre o ritmo da retomada nos próximos meses. A expectativa ainda é favorável, em especial puxado pelo setor de serviços que ainda tem espaço para recuperar o que foi perdido na pandemia, mas as turbulências do ambiente macroeconômico pesam contra a continuidade da recuperação no médio e longo prazo”, afirma Rodolpho Tobler, economista do FGV IBRE.
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