Nos serviços, empresários ‘ligaram o sinal de alerta’, segundo pesquisador do Ibre/FGV A confiança do setor de serviços recuou em setembro, para 97,3 pontos, após cinco meses seguidos de alta, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (29) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Já no comércio, a confiança teve a segunda queda mensal seguida, levando o indicador a 94,1 pontos, menor nível desde maio deste ano.
Serviços
Nos serviços, o resultado ainda não parece sugerir uma reversão da tendência positiva, segundo o economista do Ibre Rodolpho Tobler, “mas demonstra que os empresários ligaram o sinal de alerta”.
Confiança dos serviços – setembro/21
Economia g1
A maior influência de queda do setor veio das percepções em relação aos próximos meses, que passou de 105,7 para 102,3 pontos – ainda no campo positivo, uma vez que avaliações acima de 100 indicam otimismo. Já a percepção sobre a situação atual teve leve piora, passando de 93 para 92,3 pontos.
A FGV ressalta, no entanto, que, apesar da queda pontual em setembro, a confiança de serviços mostrou forte recuperação ao longo do terceiro trimestre. A média deste trimestre ficou 10,3 pontos acima da média do trimestre imediatamente anterior, “mostrando que o setor vem recuperando o que foi perdido ao longo da pandemia”.
“Vale ressaltar que a recuperação foi muito influenciada pela retomada do segmento de serviços prestados as famílias, que acabaram sendo os mais impactados pelas medidas restritivas”, apontou a entidade.
Comércio
De acordo com a FGV, a piora no sentimento do comércio é resultado tanto da percepção sobre o volume de vendas no presente quanto das expectativas.
“A maior cautela dos consumidores tem sido um obstáculo importante assim como a inflação recente e o cenário ainda delicado do mercado de trabalho. A pandemia se mostra mais controlada, mas ainda é um elemento que adiciona incerteza na recuperação do setor nos próximos meses “, avalia Tobler, em nota.
Confiança do comércio – setembro/21
Economia g1
Na passagem de agosto para setembro, a percepção sobre a situação atual recuou 5,9 pontos, para 99,1, enquanto as expectativas caíram 7,3 pontos, para 89,4.
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